Independência de classe não é isolamento: sobre a decisão de não apoiar Glauber Braga no Rio de Janeiro Aurelio Fernandes/ PCBR Capital Rio de Janeiro Na nota em que critiquei a decisão do Comitê Central de apoiar a candidatura presidencial do PSTU, procurei deixar claro que minha divergência não dizia respeito à necessidade de o PCBR preservar sua independência diante do governo Lula e da Frente Ampla. Essa independência é indispensável e constitui uma das conquistas políticas do XVII Congresso. Minha crítica estava no método: não considero correto transformar a distância em relação ao lulismo numa medida quase absoluta da coerência revolucionária de uma organização, deixando em segundo plano divergências estratégicas e táticas importantes. A decisão de não apoiar Glauber Braga no Rio de Janeiro recoloca o mesmo problema, agora pelo ângulo inverso. A nota eleitoral aprovada pelo Comitê Central em 30 de agosto estabelece que o PCBR não apoiará nenhuma candidatura propor...
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O Fio da História
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