2002 Porque os brizolistas lutam por um voto rebelde em 2002.

Porque os brizolistas lutam por um voto rebelde em 2002.


Nós estamos desarmados. Nosso arsenal é constituído apenas de nossas convicções, de nossos ideais, de nossas esperanças, de nosso voto. A história, porém, nos estimula e nos tranqüiliza porque nos ensina que, em todos os tempos e em todos os lugares, essas sempre foram as únicas armas invencíveis.
Alberto Pasqualini

Esse texto visa contribuir, dentro de uma ótica brizolista com a discussão sobre as eleições presidenciais de 2002 . Como afirmei outras vezes não tenho a ilusão ou a pretensão de ter respostas definitivas para as questões que levanto. Apenas pretendo contribuir para a possibilidade de nosso partido e os brizolistas explorarem criativa, coletivamente e criticamente as oportunidades históricas que se apresentam.

Mais uma vez se repete a contradição.

Este crime sagrado de discordar
e sermos coerentes
cometeremos sempre.
Pagu
Mais uma vez a contradição entre a hegemonia do brizolismo na definição de nossas bandeiras políticas e a hegemonia do eleitoralismo e do liberalismo na definição das ações políticas e organizativas nos levam a uma séria encruzilhada política nas eleições presidenciais de 2002.
A centralização das discussões e decisões políticas nas executivas vem negando aos militantes e dirigentes do PDT a participação na construção coletiva das estratégias eleitorais para 2002. Sob o argumento de que as decisões só serão tomadas pelos partidos a partir de março de 2002, a base partidária não tem espaços para discutir, questionar e contribuir.
Os zapatistas defendem uma metodologia de direção que eles resumem em uma pequena frase: "mandar obedecendo". Este deveria ter sido o procedimento das direções de nosso partido: reunir o diretório nacional e as executivas estaduais em 2001, discutir as estratégias eleitorais e o programa político do PDT para as eleições de 2002 e a seguir encaminhar as decisões tomadas coletivamente até a decisão em 2002. Perdemos uma grande chance para iniciar este processo em nossa Convenção Nacional.
Em 2001, sem nenhuma discussão no partido sobre estratégias para as eleições de 2002, a executiva nacional defendeu publicamente uma unidade dos setores de oposição que resumia-se a Itamar e Ciro Gomes e excluía, incoerentemente o PT, ao não considerar suas contradições internas sobre o programa e a candidatura Lula .
Após a postura covarde e oportunista de Itamar essa iniciativa terminou por retirar do centro das discussões a proposta nacionalista, popular e socializante do PDT, que acabou se confundindo com o projeto de uma candidatura "centro-esquerda palatável" do PPS/PTB. O curioso é que enquanto Ciro Gomes crítica o PT pela direita classificando-o como uma alternativa de esquerda de cunho político radical e, portanto, inaceitável para os setores dominantes, Brizola nos tijolaços questiona o PT pela esquerda por estar assumindo um programa à direita do que a realidade brasileira necessita no atual momento histórico.
Sem a discussão interna e a partir de interesses eleitorais regionais - legítimos ou eleitoreiros, de projetos eleitorais pessoais e de análises políticas individuais ou de grupos, vários posicionamentos começaram a tomar forma no seio do partido e a serem "conhecidos" pela militância pelas notinhas, notícias, desmentidos, "fofocas" e depoimentos de lideranças partidárias na grande imprensa. Posiciamentos que vão desde o totalmente incoerente apoio a candidatura de Roseana Sarney do PFL até a candidatura própria, passando por apoio critico ou acritico a Itamar, Ciro Gomes e Lula.

Muitas opções presidenciais, mesmo conteúdo

Em nosso mundo em luta, tudo o que for discrepância em torno da tática, método de ação para consecução de objetivos delimitados, deve ser analisado com o respeito que merecem as apreciações alheias. Quanto ao objetivo estratégico, a destruição total do imperialismo por meio de luta, devemos ser intransigentes.
Che Guevara
Mais de 50% da população brasileira sobrevive abaixo da linha de pobreza e a crise social explode nas ruas e no campo. Após dois mandatos do governo FHC, os problemas estruturais se agravaram enquanto os interesses externos em nosso país, cresceram em escala geométrica. O poder econômico se fortaleceu com a estabilidade monetária e a gigantesca concentração de renda. A conjuntura internacional anuncia uma generalização do conflito e aponta para o colapso econômico de muitos países periféricos como acontece com a Argentina.
Mais do que nunca, seria o papel dos partidos de esquerda ganharem as ruas, ao lado do povo brasileiro conclamando-o para a reação em defesa do Brasil. O que vemos porém, é a rendição programática, ideológica, cultural e comportamental das candidaturas da oposição, diante da ordem e dos valores dominantes dos grandes grupos econômicos nacionais e internacionais.
Do PMDB de Itamar dominado pela base de sustentação do governo e do P"S"B do carreirista e eleitoreiro Garotinho não poderia se esperar algo diferente. Itamar sempre se caracterizou como um político emocional e politicamente instável e que em nenhum momento fez autocrítica por ter dado continuidade a política privatista de Collor e aprofundado o modelo neoliberal com a implantação do Plano Real.
As candidaturas de Ciro Gomes e Lula tem em comum o fato de em nome da governabilidade, presente e futura, terem abandonado todas as propostas que questionem radicalmente o modelo econômico do neoliberalismo capitalista. Não tem coragem de assumir um programa de governo que rompa com a lógica imposta pelo FMI, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio atuais gestores da globalização capitalista e da economia brasileira.
Ao invés de denunciarem que para o Brasil sair do atoleiro em que se encontra necessita de um modelo econômico alternativo que inverta a prioridade do atual modelo dependente que esta voltado para atender apenas os 30% da população integrada no mercado consumidor de bens e serviços modernos, essas candidaturas apresentam a pobreza e exploração de 70% mais pobres da população brasileira como partes da natureza imutável dos homens e das coisas restando-nos apenas dar uma face mais humana aos resultados da globalização capitalista em nosso país.
Fazem de tudo para se tornarem palatáveis. O PPS, que para isso já tinha abandonado a "perigosa" sigla comunista - PCB, se alia ao oportunista P"T"B da base de sustentação do governo e afirma que Ciro Gomes, ex-PSDB, é mais aceitável para as classes dominantes que o "radical" Lula. O PT por sua vez assume um programa "terceira via" e tenta de todas as maneiras uma aliança com o PL do Bispo Macedo.
Da luta pela reforma estrutural da sociedade, o PT e o ex-PCB "evoluíram" à proposta que se resume ao apoio à produção capitalista, pequena, média e grande. Nos programas de governo a luta por transformações estruturais foi soterrada pelo discurso retórico contra o neoliberalismo, tido como face perversa de uma ordem capitalista reformável. A sociedade de mercado é defendida como elemento constitutivo de valores universais e, aos excluídos resta a consolação das medidas compensatórias, da organização econômica da miséria e da "democracia participativa" dos orçamentos participativos sob a batuta do Banco Mundial e suas ONG's.
Sob a desculpa do realismo o PPS e o PT determinaram que o privatizado, privatizado está. Que as leis trabalhistas flexibilizadas, com o voto de parlamentares expressivos do P"T"B, flexibilizadas ficarão. Que o cedido ao grande capital nacional e internacional jamais será recuperado.
Ironicamente, Lula recebe o apelido de tucano barbudo e estagna eleitoralmente nas pesquisas em 30%. Ciro Gomes, o palatável, que apostava em ser uma alternativa anti-Lula, após o surgimento da candidatura de Roseana Sarney e do namoro descarado do P"T"B com FHC, despenca nas pesquisas.

O Brasil precisa de um voto rebelde

O Brizolismo é o desafio de falar a verdade
para o povo.
Anônimo
Depois de oito anos de um governo submisso às ordens do FMI, aplicando políticas de privatização, de destruição de direitos trabalhistas, de sangria da nação para pagar a dívida externa o Brasil precisa de mudar a lógica de seu desenvolvimento. Não podemos dar continuidade a política que mergulhou na miséria e na fome milhões de brasileiros em nome da "modernidade", das exigências da globalização, do "livre comércio" regional no Mercosul, da preparação do país para a ALCA.
Por isso não podemos esperar nada de um governo de "centro-esquerda" ou de "terceira via". Um Lula De la Rua ou um Ciro Blair representarão a continuidade, com vernizes sociais, do neoliberalismo de FHC e levarão o país ao caos social. Candidatos que, com diferenças de forma, propõem moderadas alterações na política econômica: juros mais baixos, menor obsessão com a estabilidade monetária e a adoção de certas políticas sociais compensatórias para aliviar as conseqüências da pobreza (bolsa-escola, cheques cidadão, renda mínima etc.). Candidatos preocupadas em se “credenciar“ perante aos investidores internacionais e a se limitar ao papel de abnegados vigilantes da moralidade e dos valores republicanos.
O Brasil precisa de um governante com a coragem de dizer a verdade para o povo desde a campanha eleitoral: que para desenvolver o país integrando a maioria da população será necessário uma cota de sacrifício dos 30% que sempre ganharam com a miséria e a exploração, que será necessário implementar as reformas de base - reforma agrária, reforma urbana, reforma tributária, democratização dos meios de comunicação, descentralização industrial, educação e saúde - para garantir a redistribuição radical da riqueza e da renda, condição prévia para todo e qualquer esforço sério de desenvolvimento econômico e social do Brasil.
É claro que a implementação deste modelo terá contra si, desde a campanha, toda a classe proprietária, a maior parte da classe média e bolsões dos setores populares seduzidos pelo consumismo. Com certeza a maioria dos órgãos de imprensa desfecharão uma campanha de desmoralização e haverá forte pressão do imperialismo. Por isso tudo precisamos de um governante experiente, firme e historicamente reconhecido pelo povo trabalhador como identificado com seus interesses e da nação brasileira. Um candidato identificado historicamente com o fio da história de lutas de nosso povo e que carregue em seus ombros a experiência de governos que tenham sofrido este tipo de situação.
Este candidato tem nome: Leonel Brizola.
Com mais de 50 anos de vida pública, atuou politicamente com os presidentes Getúlio Vargas e João Goulart. Por três vezes Governador, enfrentou golpes militares, encampou empresas multinacionais, teve na educação a prioridade de todos os seus governos, sempre enfrentou campanhas de desmoralização dos grandes meios de comunicação e acima de tudo sempre teve a coragem de enfrentar o desafio de dizer a verdade para o povo, independente de conseqüências eleitorais ou pessoais.
Os "realistas" afirmarão que atender os interesses de 70% da população não significa necessariamente apoio efetivo, de modo que, dada a situação política atual, Brizola tem poucas chances de vitória. Perguntarão como os brizolistas justificam a apresentação ao eleitorado de um programa que tem atualmente poucas chances de ser posto em prática?
Primeiro, é obrigação de um partido político sério dizer a verdade ao povo e o PDT nunca se furtou dessa obrigação, segundo, é de que se a verdade só puder ser dita quando o povo estiver preparado, o povo nunca estará preparado, exatamente porque ninguém lhe diz a verdade; e, terceiro porque, por mais que se busque entender a realidade, sempre há espaço para o inesperado.
Pode ser, ninguém sabe, que, utilizando como um catalisador a campanha presidencial de um candidato com as características e a história de Brizola e dizendo a verdade para o povo, amadureçamos a possibilidade de uma rápida tomada de consciência da população, o que garantiria o apoio classista e popular para iniciarmos as reformas de base e a implantação de um novo modelo de desenvolvimento.
Em pesquisa encomendada por pesos pesados do mundo empresarial “brasileiro”, realizada em quatro capitais, 78% dos entrevistados defendem maior intervenção estatal na economia, 49% são favoráveis à estatizações em geral e 43% a dos bancos, em particular. É importante frisar que 55% dos consultados declararam serem simpáticos a uma “revolução socialista” vinculando o capitalismo a desigualdade e exploração e o socialismo a igualdade, fraternidade, oportunidades iguais para todos e justiça social.
A desesperança, ao vazio de programas, que as classes dominantes não podem ocupar, ocupemos com uma nova esperança e um novo projeto de sociedade brasileira. Uma candidatura que contribua efetivamente para a construção do caminho brasileiro para o socialismo.
Uma candidatura de Brizola com este perfil, talvez não seja o caminho mais fácil, porém pactuar com as classes dominantes a profundidade e o ritmo das transformações, como propõem os que defendem as candidaturas de Ciro Gomes e Lula, ou ficar esperando que estas ocorram por milagre é apostar na derrota das forças populares e no aumento da miséria e da falta de esperança de nosso povo.

Propostas Gerais de um Programa Brizolista para o Brasil

Pra quem tem tudo, nada;
para quem tem nada, tudo.
Clã nordestino
O PDT tem que fazer a diferença nas eleições de 2002. Não podemos resumir a campanha de Brizola e o programa de governo a um mero debate de palavras de ordem e políticas públicas. Nossa campanha e o Programa Brizolista para o Brasil, não podem ser meros exercícios de marketing político e devem estar comprometidos em motivar e estimular a ampliação da consciência do povo e sua organização para que busquemos as verdadeiras saídas para o nosso país. Saídas construídas coletivamente pelo povo e que ataquem os problemas na sua raiz e não fiquem só na superfície.
Temos que nos apresentar a população brasileira como uma oposição preocupada em lutar para reverter a lógica do atual governo federal. Brizola denunciará que a continuação do modelo econômico e social dos governos de FHC levará ao aprofundamento da desnacionalização da Amazônia e das empresas brasileiras privadas e públicas, ao aprofundamento da desindustrialização e da dívida externa, a perda de controle sobre a nossa moeda, a “flexibilização” dos direitos trabalhistas e previdenciários e, por fim, através do parlamentarismo, à redução da participação popular e influência do povo sobre os centro do poder, comprometendo seriamente as perspectivas do Brasil como nação e conseqüentemente o futuro de nosso estados e municípios.
Somente Brizola terá coragem de dizer ao povo que para iniciar o processo de mudança do atual modelo econômico excludente e concentrador, o Brasil necessita de um programa que tenha como objetivos:
1. Organizar, na sociedade brasileira, o produção dos bens, as leis e fixar os prioridades do governo para que todos os brasileiros e cada cidadão tenham assegurado: Emprego (trabalho); Acesso a Terra para trabalhar; Moradia digna para sua família; Educação púbIica e gratuita em todos os níveis de escolaridade; Alimentação adequada e atendimento de Saúde público.
2. Recuperar a soberania nacioanl do Brasil sobre seus destinos, seja no política externa, seja evitando ingerência de interesses estrangeiros em nossa economia, na política, no território e recursos naturais.
3. Desenvolver um regime político de democracia popular em que cada cidadão participe das decisões do estado e nos assuntos de interesse coletivo.
4. Valorizar a cultura do povo brasileiro nas suas mais diferentes manifestações e aspectos.
5. Combater todas as formas de discriminação social, por renda, raça, gênero, opção sexual, cor da pele, opção religiosa etc.
6. Desenvolver de forma quotidiana no nosso sociedade os valores humanistas e socialistas que fizeram a evolução da humanidade, como a solidariedade, a justiça social e a igualdade entre todos cidadãos.
7. Preservar os recursos naturais com um processo de desenvolvimento equilibrado e responsável com as gerações futuras. Defender nossa Amazônia e sua biodiversidade.
O programa Brizolista para o Brasil não pode ser “amplo” a ponto de resumir nossas bandeiras políticas e história, que vão além das ações eleitorais e governamentais, a propostas eleitorais de políticas públicas de governo e por outro lado Brizola não assumirá um "radicalismo" que se afaste da experiência histórica de nosso povo.
O Programa Brizolista para o Brasil defendido por Brizola retomará e atualizará as bandeiras históricas das reformas de base.
1. A Ruptura com a DEPENDENCIA EXTERNA DE NOSSA ECONOMIA Romper os acordos com FMI e Banco Mundial, que monitoram nosso economia. Proibir as perdas internacionais - transferências de lucros e riquezas para o exterior. Cancelar o pagamento da divida externa. Investigar todos os empréstimos e envio de recursos passados.
2. CONTROLAR O CAPITAL FINANCEIRO Revisar toda dívida pública interna; federal, estadual e municipal. Ver sua legitimidade, níveis de taxas de juros, e submeta-la aos interesses e prioridades sociais. Ou seja os recursos direcionados pelo governo para os Bancos seriam destinados aos programas de educação, saúde, transporte coletivo e na reorganizaçao da indústria e da agricultura. Controlar a taxa de juros e a especulação.
3. DEMOCRATIZAR A PROPRIEDADE DA TERRA. Estabelecer o tamanho máximo da propriedade rural e realizar uma Reforma Agrária desapropriando todas os grandes propriedades acima do limite, que garanta o acesso o terra a todos os que quiserem viver e trabalhar no meio rural.
4. REORGANIZAR A PRODUÇÃO NACIONAL. Na indústria e na agricultura, visando em primeiro lugar o abastecimento das necessidades básicas da populaçao e a geração de empregos. Descentralizar o parque industrial levando o desenvolvimento pura o interior do país e para o meio rural.
5. MANTER SOB CONTROLE DO ESTADO TODAS AS EMPRESAS ESTRATÉGICAS. Na área de minérios, comunicações, energia e transportes; garantindo assim sua finalidade social e a reaplicaçao dos lucros para bem estar coletivo.
6. DISTRIBUIR RIQUEZA E RENDA. Implantar um amplo programa de distribuição de renda e de riquezas, diminuindo as desigualdades sociais, com aumento real dos salários, imposto sobre grandes fortunas e heranças.
7. REFORMA URBANA. REORDENAMENTO DAS CIDADES Impedir a especulação imobiliária. Controle dos aluguéis. Democratização da propriedade do solo urbano para garantir moradia digna para todos.
8. DEMOCRATIZAR OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA. Garantindo o acesso e o controle das rádios e televisão, que são concessões de serviço público, para as comunidades e a sociedade em geral.
9. DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA NACIONAL. Desenvolver um programa de estímulo e difusão da pesquisa, da ciência e do tecnologia no território nacional. E priorizar a busca de solução dos problemas do povo brasileiro.
10. REGIME POLÍTICO. Mudar as leis do país para que se garanta uma democracia com efetiva participação popular, em todos os níveis de decisão política.

Conclusão
Por tudo isso, os brizolistas defendem um voto rebelde para 2002 e para o povo brasileiro, rebeldia tem nome: Leonel Brizola.

Com Brizola, vamos a luta !
Pátria livre, venceremos !
W O autor tem 40 anos, milita no PDT desde 1982 é historiador com especialização em História do Brasil e sindicalista. Membro do Diretório Nacional, do Diretório Estadual do Rio de Janeiro e Presidente da 216ª Z.E. do municipio do Rio. Ex-diretor da Fundação Alberto Pasqualini. Quando jovem foi dirigente da Juventude Socialista do PDT por quatro mandatos.

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